“Nietzsche e a alegria musical”, por Paulo da Costa e Silva

PIAUÍ, 14 de março de 2016 Mais do que um filósofo músico, Nietzsche parece ter sido um músico filósofo. Sim, um músico que chegou à filosofia a partir da música. No livro Nietzsche na Itália: A Viagem que Mudou os Rumos da Filosofia, Paolo D’Iorio narra a temporada do então professor de filologia no balneário de … Continuar lendo “Nietzsche e a alegria musical”, por Paulo da Costa e Silva

“One must learn to love” – Nietzsche

THIS IS OUR EXPERIENCE IN MUSIC: we must first learn in general to hear fully, and to distinguish a theme or melody, we have to isolate and limit it as a life by itself; then we need to exercise effort and good will in order to endure it in spite of its strangeness we need … Continuar lendo “One must learn to love” – Nietzsche

É preciso aprender a amar – Nietzsche

EIS O QUE SUCEDE conosco na música: primeiro temos que aprender a ouvir uma figura, uma melodia, a detectá-la, distingui-la, isolando-a e demarcando-a como uma vida em si; então é necessário empenho e boa vontade para suportá-la, não obstante sua estranheza, usar de paciência com seu olhar e sua expressão, de brandura c om o … Continuar lendo É preciso aprender a amar – Nietzsche

“Dancing with Nietzsche” – Jack Maden

PHILOSOPHY BREAK, October 2018 ou may or may not be familiar with the below quotation. It bounds across the internet in meme form, usually laid over images of silhouetted people dancing at sunset... or on underground train carriages. "And those who were seen dancing were thought to be insane by those who could not hear … Continuar lendo “Dancing with Nietzsche” – Jack Maden

Sobre ruídos e “fruição estática”

Por onde começar?Podemos começar de qualquer ponto. É sempre útil examinar o negativo para poder ver claramente o positivo. O negativo do som musical é o ruído. Ruído é o som indesejável.Ruído é a estática no telefone ou o desembrulhar balas do celofane durante Beethoven.Não há outro meio para defini-lo. Às vezes, a dissonância é … Continuar lendo Sobre ruídos e “fruição estática”