Cioran & a música de Bach, “geradora de divindade”

Emil Cioran amava Bach acima de tudo. Se a Música era para ele a quintessência da “cultura”, e a única justificativa da Humanidade, Bach era a quintessência da Música: um Deus musical. A sua obra como um todo está cheia de elogios à Música em geral e a Bach em particular. Nos Silogismos da amargura (1952), este aforismo:... Continuar Lendo →

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